Confira todas as quintas a versão impressa do Bah!, encartada nos jornais NH e VS
Por Melina Zilli
Contato: divadagalera@sinos.net
2 de julho de 2009 - 09h02
Por que dizer não às drogas?
Não é de hoje que o consumo de drogas vem destruindo com nossa sociedade. Mesmo com tantas campanhas que pretendem coibir o seu uso, alertando o efeito devastador que as drogas têm sobre a vida das pessoas, este mal continua se alastrando e fazendo milhares de vítimas.



Parece que o acesso a informação não é o suficiente, é preciso pagar para crer. Infelizmente um número considerável de jovens continua dizendo sim às drogas.

Mas o que leva o jovem a experimentar a droga e fazer uso dela? Curiosidade, para sentir-se aceito por um grupo de "amigos", para vencer a timidez, ganhar popularidade, por conflitos de ordem familiar ou pessoal... dentre diversos outros motivos.

O fato é que quem embarca nesta onda é porque algo não vai bem. E nestas horas a droga passa a ser vista como uma maneira de aliviar uma angústia, fugir de um problema, preencher um vazio.

No entanto, engana-se quem cai nesta cilada, isso não passa de mera ilusão! A droga até pode vir a proporcionar um prazer imediato, mas ela destrói vidas!
Não passa pela cabeça de quem experimenta que pode virar viciado. Mas a droga infelizmente é assim, não temos controle ou domínio sobre ela.

Uma droga cada vez mais popularizada em nossa sociedade é o CRACK. É de espantar a velocidade com que ele vem se alastrando.

O crack não é um problema que atinge apenas as classes desfavorecidas. De uns tempos pra cá ele deixou as favelas e periferias e atingiu também os grandes centros urbanos.

Além de causar dependência imediata, o crack traz grandes mudanças de comportamento como a agressividade, isolamento social, descuido da aparência, cansaço... O usuário vive para a droga e em função dela, chegando até a roubar, matar, prostituir-se.

Acho que já deu para sacar que como o nome mesmo diz, toda droga não passa de uma droga! Portanto não devemos cometer o erro de cair nesta armadilha ou até mesmo considerá-la como algo normal. Muito pelo contrário, ela não passa de uma erva daninha que deve ser cortada pela raiz.

Se você tem um amigo nesta roubada o melhor a fazer é tentar dialogar e mais do que isso, alertar a família, que irá em busca da ajuda especializada. Não sinta-se um careta ou pense que está traindo sua amizade, pois se você não o fizer poderá perder um amigo para sempre.

E caso você tenha pensado em algum momento a entrar nesta onda, será que vale a pena? Eu não pensaria duas vezes antes de cair fora e dizer NÃO às drogas!
Quer expressar a sua opinião ou experiência? Registre seu recado aqui!

Um grande abraço!
A blogueira
Postado por Melina Zilli | 09:02 | Comentários [1] | E-mail

23 de junho de 2009 - 18h46
Pais separados. E agora?
Engana-se quem pensa ser o único ser humano da face da terra a ter que encarar o drama de uma separação dos pais. Muito pelo contrário, você não está sozinho neste barco. Hoje em dia é cada vez mais comum vermos marido e mulher - e por que não dizer? - nossos pais, rompendo com os laços de amor e fidelidade que prometeram ser eternos. Basta olhar para o lado, e nem precisa ir tão longe, que você irá encontrar vários amigos, conhecidos e desconhecidos que estão tendo que lidar com a mesma situação.

Viver a separação dos pais sempre é uma situação difícil e dolorosa, afinal de contas, todo filho deseja ver os pais felizes e juntinhos para sempre. Mas infelizmente, há casos em que não dá mais para ficar brincando de casinha. Existem situações em que é melhor ver os pais separados, mas felizes, amigos e tranqüilos do que juntos e infelizes.

Não tá com nada viver no meio de brigas e discussões dos nossos pais. Afinal de contas, nós, filhos, não temos nada que ver com os desentendimentos deles. Além disso, conviver num ambiente onde o clima anda pesado, e perceber que não há mais harmonia e amor entre nossos pais não é nada agradável. Mas infelizmente, esta pode ser a nossa mais nova realidade. E o melhor a fazer é encarar a situação de frente, sem mágoas.

Independente de estarem juntos ou separados, eles continuarão nos amando com a mesma intensidade. O amor entre um casal pode não ser eterno, já o amor entre pais e filhos incondicional.

Portanto, nossa tarefa como filhos é procurar compreender as escolhas dos nossos pais, por mais difícil que isto pareça. Afinal de contas, há males que vem para bem. E nestas horas, nada como o bom o velho diálogo para esclarecer nossas dúvidas e acalentar nosso coração.

E ai vai uma dica: não devemos nos enganar e associar a separação a uma perda. A separação nada mais é do que uma mudança, a qual devemos nos adaptar, reorganizarmo-nos, levantarmos nossa cabeça e ir em frente. Mas caso você opte em ficar de mal, guardar mágoa desentender-se com seus pais, daí sim ela se tornará uma dolorosa perda.

Depois de uma tempestade, sempre bons ventos soprarão e o sol voltará a brilhar...
Pense nisso!

Um grande abraço aos meus queridos leitores.

Melina



Postado por Melina Zilli | 18:46 | Comente | E-mail

10 de junho de 2009 - 16h14
Ficar de conchinha ou sair para a festa?
Humm... há quem diga que namorar é tudo de bom! Ter alguém sempre ao nosso lado para compartilhar as alegrias, nos fazer rir, sonhar, mas também nos consolar e confortar nos momentos de tristeza. Dar e receber carinho, amor, atenção; beijar, abraçar, dormir de conchinha, ganhar cafuné... Enfim, namorar tem lá seus encantos e suas vantagens. Não há como um dia não se render e entregar-se a esta grande e maravilhosa tentação!

Quem já viveu uma grande paixão sabe do que estou falando. E também sabe que não há idade ou tempo certo para engatilhar um romance. Mais do que amor, atração, afinidade, é preciso estar disposto a investir na relação para que ela dê certo. Comprometimento, respeito, diálogo, lealdade, flexibilidade são alguns dos ingredientes básicos que vão dar solidez a relação.

Namoro é momento de estar junto, de conhecer um ao outro, de trocar conhecimentos e experiências, de compartilhar uma vida em comum, sem perder a individualidade e esquecermo-nos de nós mesmos. Mas principalmente, é um tempo de crescimento e amadurecimento.

Com a chegada do dia dos namorados, data na qual comemoramos o amor e união de um casal, todos só pensam em como homenagear o seu amor. Um presente, um jantar romântico, uma criativa e inusitada declaração de amor... Enfim, infinitas são as opções para surpreender sua cara metade.
Mas, se você joga no time contrário, o dos solteiros, não desanime e nem se desespere.

Assim como é muito bom estar namorando, também há muitas vantagens em estar livre, leve e solto:

- Sobra mais tempo pra si mesmo;
- Pode-se fazer o que quiser, quando quiser e com quem quiser;
- Não precisar dar satisfações;
- Não ter que discutir a relação, o famoso ‘DR’;
- Poder ficar com mais gatinhos (as), já que não tem compromisso com ninguém;
- Não precisar ouvir reclamações e cobranças o tempo inteiro;
- Não precisar ter que ceder, fazer coisas para agradar o outro;
- E porque não lembrar que em datas como o dia dos namorados, aniversário, natal, você está livre de ter que gastar com presentes.

Já que o dia dos namorados está ai e não há como fugir dele, ai vão algumas dicas do que fazer nesta data se você está avulso:

- Sair com os amigos que também estão solteiros como você, seja pra comer uma pizza, ir numa balada, barzinho, enfim, não faltam opções de divertimento;
- Uma alternativa divertida é reunir toda a galera que está solteira e trocarem presentes entre si, tipo um amigo-secreto;
- Ir numa destas festas programadas especialmente para os solteiros nesta data;
- Mas se você está a fim de investir numa relação, que tal marcar um encontro neste dia? Um tanto sugestivo, não acha?

Enfim, seja solteiro, enrolado ou casado, o que importa é viver o presente com intensidade, aproveitando cada momento e oportunidade que a vida lhe reservar. Afinal de contas, ninguém sabe o dia de amanhã...
Postado por Melina Zilli | 16:14 | Comente | E-mail

27 de maio de 2009 - 11h24
Amigo Real X Amigo Virtual
Vivemos num mundo altamente conectado!

Há quem diga que a internet se tornou um grande vício desta geração de jovens.
Cada vez mais frequentes em nosso cotidiano, os termos virtual, digital, internet, blog, Orkut, Messenger, Twitter, chegaram com força total e instalaram-se para ficar.

Todo este desenvolvimento tecnológico imprimiu novas formas de sociabilidade.
Não existem mais fronteiras de comunicação, tempo e espaço. Com apenas um clique podemos nos conectar com vários países, apropriarmo-nos de diferentes culturas, e porque não, conhecermos diversas pessoas!?

Num destes bate-papos na rede você pode acabar conhecendo alguém e construindo uma amizade virtual. Como o próprio termo já diz, o amigo virtual é alguém encontrado no ciberespaço. Pode ser de outro país ou estado, o que interessa é que naquele determinado momento do encontro vocês estavam conectados numa mesma dimensão.

Parece tão simples, mas não se engane. Da mesma maneira que um amigo virtual se instala rapidinho em sua vida, ele pode desaparecer, sem deixar vestígios. Afinal esta é uma das ‘facilidades’ da internet, basta encerrar a conversa ou bloquear um contato que a amizade acaba por ali mesmo.

Já a amizade real é diferente, ela não pode se restringir apenas à tela do computador, muito pelo contrário, o contato físico é imprescindível.

E porque não fazer com que uma amizade virtual se transforme em real? Mas, antes de tornar isso possível, são necessários alguns cuidados básicos para não cair numa fria.

Aí vão algumas dicas sobre as vantagens e desvantagens de uma amizade real e virtual:

Confiança - é muito mais fácil confiar em alguém de carne e osso do que em alguém que você nunca viu, sabe-se lá até que ponto as informações sobre aquela pessoa são verdadeiras;

Intimidade –quem não gosta de calor humano? O contato físico facilita a construção de vínculos mais sólidos de amizade, a aproximação se dá de forma mais natural. É muito importante e gostoso sentir o calor de um abraço, um carinho ou aperto de mão de um amigo. Já na internet sentimo-nos muito mais a vontade pra falar o que vem na nossa cabeça, mas lembre-se, é preciso cuidado para não sair expondo sua vida e se arrepender depois;

Sinceridade – nada melhor do que o olho-no-olho pra sacar até que ponto alguém está sendo sincero, o que na internet é mais complicado por não conseguirmos prever as reações da pessoa;

Convivência -nem sempre é tão fácil conviver com uma pessoa, é preciso saber ceder e respeitar as diferenças. Enquanto que na internet a convivência é mais superficial, o bate-papo só rola se ambos estão a fim.

E ai galera, já sacaram que tipo de amizade faz mais a sua cabeça? Amizade real ou virtual?

A discussão está aberta para comentários. Portanto solte o verbo e dê a sua opinião sobre o assunto.

Um grande e forte abraço
Melina Zilli



Postado por Melina Zilli | 11:24 | Comente | E-mail

12 de maio de 2009 - 16h49
Gravidez na Adolescência!
Do filme Juno à vida real: gravidez é coisa séria!

Depois de termos passado pelo Dia das Mães nada melhor que falarmos de um tema que tem tudo a ver com o "ser mãe" e que, por sinal, é super importante e polêmico. Estou me referindo à Gravidez na Adolescência.



Quando ouvimos falar no assunto, a primeira coisa que pensamos é "que nada, isso nunca vai acontecer comigo", "eu me cuido", "sem estresse, tá tudo sob controle". Mas será que realmente tomamos as precauções necessárias para que isso não aconteça? O grande erro que cometemos é pensar que este tipo de situação só vai bater a porta ao lado, uma gravidez indesejada está longe de acontecer comigo!

A cada ano que passa a incidência de gravidez na adolescência vem aumentando. Primeiro porque os jovens estão iniciando a vida sexual cada vez mais cedo e, infelizmente, muitos deles sem informação, orientação e prevenção adequada.

Na verdade, nunca se teve tanta informação disponível como nos dias atuais, mas o grande problema é no momento de integrar todos estes conhecimentos e saber quando e para que usá-los. Muitas vezes, o que falta é o bom e velho diálogo seja ele com os pais ou com alguém da sua confiança, que tenha condições de auxiliar o jovem a tirar suas dúvidas sobre sexualidade e formas de prevenção.

A experiência da gravidez afeta de modo profundo e completo a vida de uma mulher, trazendo mudanças significativas no corpo, na mente, no modo de ver e viver a vida. Da mesma forma, o homem também passa por tais mudanças.

A adolescência por si só já é tida como uma fase dotada de grandes mudanças e transformações. E o que dizer quando este período coincide com uma gravidez precoce? Neste caso, o jovem se vê obrigado a ter que amadurecer mais cedo. Caberá a ele a dupla tarefa de lidar com as transformações próprias da adolescência e da maternidade. E isso implica em assumir responsabilidades!

Por isso que o apoio das famílias é fundamental nestas horas. Não é nada fácil para o jovem dar conta de criar um filho e ao mesmo tempo estudar, trabalhar, prestar vestibular, namorar, se divertir...

Um ótimo exemplo que ilustra bem este tema é o filme Juno. Ele retrata a história de uma jovem que no auge da sua adolescência é surpreendida com o fato de estar grávida de um garoto da sua escola. Suas primeiras reações são abortar ou dar o filho para a adoção. O filme também mostra as transformações físicas e emocionais que a jovem passa, inerentes a gravidez e a adolescência. É claro que a história é abordada com uma grande dose de humor, mas na realidade sabemos que não é bem assim. Isso tudo é papo sério.

Não vale a pena engravidar por distração, desinformação ou ignorância. Portanto galera, vamos pensar bem, buscar informação e orientação antes de dar qualquer passo. Somos jovens e temos muito o que viver e aprender antes de assumir um compromisso sério como este.

Sugestões, comentários e opiniões são sempre bem-vindos!
Neste caso, vamos soltar o verbo!
Um forte abraço

Melina



Foto: Reprodução
Postado por Melina Zilli | 16:49 | Comente | E-mail

28 de abril de 2009 - 13h53
A primeira vez a gente nunca esquece!
Existe uma idade certa? Será que ele (a) é a pessoa ideal? E o lugar ideal? Como faço para me prevenir? Será que devo contar para alguém?

As perguntas acima são exemplos típicos de muitas indagações que o jovem faz quando pretende iniciar-se na vida sexual. E não é a toa que se vê às voltas com este turbilhão de dúvidas e curiosidades, afinal de contas, a primeira vez a gente nunca esquece! É natural que desejemos que tudo ocorra da forma mais perfeita possível.



Ao contrário do que muitos podem pensar, não existe um momento pré-determinado, exato, para ter a primeira relação sexual. Esse tipo de coisa não podemos cronometrar no relógio. O que existe é um momento certo para cada pessoa. E para isso é preciso sentir-se preparado (a).

O que não pode é haver pressão por parte dos amigos, e até mesmo do (a) parceiro. Ele (a) quer, mas eu ainda não me sinto 100% preparada (o) e para não pagar mico acabo me rendendo a vontade dele (a). Nestes casos, as chances de pintar o arrependimento aumentam e aposto que tudo que você não deseja é que sua primeira vez seja frustrante.

Na hora de tomar qualquer decisão sobre o início da vida sexual é preciso maturidade e parceria entre o casal. Por se tratar de um momento tão especial e único para ambos, é imprescindível que cada passo seja bem pensado e planejado conjuntamente.

Outra dúvida freqüente que costuma tirar o sono da galera é se existe ou não a pessoa ideal para se ter a primeira vez. Pois bem, não há como prever ou ter a certeza de quem é a pessoa mais gabaritada para compartilhar conosco deste momento. Mas para facilitar esta escolha ai vão alguns requisitos básicos: acima de qualquer coisa é preciso que haja respeito, confiança e carinho entre o casal. E porque não falar de amor, admiração, parceria, diálogo, cumplicidade...

Importante também é ter com quem contar antes e depois da hora "h", alguém mais experiente que possa lhe dar conselhos, orientações e informações que lhe ajudem a sentir-se mais segura e confiante. Tem gente que tem grande abertura pra falar sobre sexo com os pais, ao contrário disso, muitas pessoas sentem-se constrangidas, podendo recorrer a um irmão mais velho (a), tio (a), amigo (a). O que vale mesmo é poder contar com alguém que já tenha passado pela mesma experiência.

Acima de tudo, falar sobre sexo é pensar em prevenção. Todo cuidado é pouco nestas horas! Assim como toda relação sexual, a primeira vez pode sim trazer graves consequências para sua vida. E o tempo não volta atrás!

Além de pensar na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis é necessário pensar numa possível gravidez. Se vocês não sabem como se prevenir, ou, qual o método mais adequado e seguro, procurem orientação especializada, como o ginecologista. Além de orientações quanto aos métodos contraceptivos, ele lhes auxiliará em muitas outras dúvidas que forem surgindo.

Portanto se você e seu parceiro (a) estão pensando em viver este momento tão especial juntos, não tenham pressa, pois a pressa é inimiga da perfeição. Um momento tão único quanto a primeira vez, não pode ser desperdiçado, pelo contrário, precisa ser pensado, planejado e discutido por ambos com muita cautela para que no dia de amanhã só tenham boas lembranças para recordar!

Tá a fim de comentar aqui sobre a primeira vez? Fique à vontade!

Um grande abraço e uma semana iluminada!
Melina Zilli

Arte: Diogo Fatturi
Postado por Melina Zilli | 13:53 | Comente | E-mail

15 de abril de 2009 - 11h04
A gurizada de frente com a crise!
Períodos como o atual, em que o mercado mundial enfrenta a tão falada crise financeira, tenho parado para pensar em como esta realidade vem afetando os jovens, mas, principalmente o que a gurizada pensa e tem feito a respeito. Afinal de contas, você com certeza deve ouvir seus pais reclamando o tempo inteiro que a grana ta curta, ou ainda dizendo que não há mais como bancar todos seus caprichos. Enfim... se pararmos pra listar todas as reclamações dos nossos pais a lista seria longa!

Mas o pior disso tudo é que a situação realmente está feia, nossos pais têm do que se queixar e o que temer. E a gurizada, como não é tola nem ignorante, já sacou isso desde o primeiro momento. A crise está batendo em nossa porta e, não pede licença para entrar! Mas o que nós, jovens, temos a ver com esta situação? E, o que podemos fazer para driblar a crise?

Como a grande maioria dos jovens ainda mora com os pais e depende financeiramente deles temos que nos conscientizar que o cenário do momento é alarmante. Mesmo que você já tenha concluído o ensino médio, esteja cursando uma faculdade e já tenha se engajado no mercado de trabalho, o momento é de conscientização e economia.

Sabemos que vivemos num mundo consumista em que o ter é visto como sinônimo de poder e status social. Por isso, que como bons consumidores, nos vemos constantemente atraídos pelas deslumbrantes mercadorias que as vitrines tem a nos oferecer. E não adianta discordar! Quem não gosta de vestir-se bem, de andar na moda, de despertar a atenção dos olhos alheios, ou ainda, quem não é fascinado por música e precisa comprar todos CD’s e DVD’s daquela banda que faz a sua cabeça, que atire a primeira pedra. Todos nós gostamos de consumir, seja qual for o produto. E isso não é um pecado, muito pelo contrário. Além do mais é difícil resistir aos atrativos do comércio.

No entanto, diante deste cenário de crise, inteligente é que pensa a longo prazo e não sai torrando por ai todo dinheiro que ganhou ou conquistou com o suor da labuta. Cortar gastos desnecessários e superficiais e investir no próprio aperfeiçoamento e crescimento. Tem uma galera por ai que para driblar a crise e preparar-se para o mercado de trabalho, por mais difícil e competitivo que ele seja, está investindo em especialização e inovação da mão de obra. Seja um cursinho de línguas, informática, na área da tecnologia e informação, negócios, gestão ambiental, o mercado escolhe abrir as portas para o profissional que tem qualificações, possui diferenciais e está disposto a inovar.

O negócio é arregaçar as mangas desde agora e fazer a sua parte para driblar a crise. Não permitir que ela tome conta de nós, nos imobilize nos impedindo de crescer e correr atrás do prejuízo!

Como este é um assunto polêmico que dá muito pano pra manga, queria ouvir a sua opinião sobre o assunto. E ai galera, como vocês vêm percebendo e vivenciando está crise no dia-a-dia? E, o que têm feito para driblá-la?

Abraços a todos e uma boa semana!
A blogueira
Postado por Melina Zilli | 11:04 | Comente | E-mail

1 de abril de 2009 - 15h01
Trote universitário não tá com nada!
Todos devem ter acompanhado nos noticiários, jornais ou internet as tragédias causadas por trotes estudantis em universidades do estado de São Paulo. Para quem não está ligado, aí vai uma palhinha...



O primeiro episódio ocorreu com um estudante de 21 anos, calouro do curso de veterinária que entrou em coma após ter sido obrigado a ingerir grande quantidade de bebidas alcoólicas. Além disso, o calouro relata ter sido agredido e jogado junto a animais mortos e fezes em decomposição. Na mesma semana, duas estudantes sofreram queimaduras causadas por produtos químicos.

O que mais me espanta nestes casos é que estamos falando de jovens que desejaram e lutaram muito para ingressar na universidade. Quando finalmente este sonho vira realidade são brutalmente agredidos e humilhados por jovens que em algum momento compartilharam do mesmo sonho.

Sinônimo de brincadeira, diversão e confraternização os trotes universitários deveriam promover a integração dos novos alunos, os ditos calouros ou "bixos" com a universidade e demais estudantes. No entanto, em alguns casos, um ritual que tinha tudo para ser divertido acaba virando cenário de selvageria.

Mas, afinal de contas, o que leva o ser humano a agir com tamanha violência expondo alguém a riscos e humilhações? O que você pensa a respeito?

Diante de eventos tão alarmantes como estes o mínimo que podemos fazer é ficar antenados e quebrar com está lógica que diz sim a violência.

Os trotes não devem ser um jogo de coerção, opressão, dominação de alguém que se julga mais forte ou mais experiente sobre alguém que é julgado como sendo mais fraco, inexperiente. Isso não tá com nada! Muito pelo contrário, os trotes devem ser rituais de livre escolha que promovam a integração entre os popularizados veteranos e calouros.

Um exemplo disso são os trotes solidários, que buscam sensibilizar a galera para ações voluntárias em prol da comunidade. Há aqueles que optam por arrecadar alimentos e doar para uma entidade, visitar um lar de idosos, fazer uma caminhada em prol da paz... Enfim é só soltar a criatividade!

A universidade representa uma nova etapa na vida dos jovens, é a porta de entrada para mundo profissional e porque não dizer para o mundo adulto. Portanto, nada melhor que sermos bem recebidos nesta nova morada e acolher quem acaba de chegar!

Pense nisso, pois o vestibular de inverno vem aí e uma nova "leva" de calouros pode ser recebida por vocês!

Foto: Diego da Rosa/GES
Postado por Melina Zilli | 15:01 | Comente | E-mail

19 de março de 2009 - 11h40
Ficar ou namorar. O que você prefere?
"Curtição ou papo sério?". Este é o assunto abordado na edição do Bah do dia 19 de março. E, como já deve ter dado pra sacar, estamos falando de uma questão polêmica, que costuma dividir a galera quando se trata de opinar sobre o assunto.

E você, prefere namorar ou ficar? Tá difícil de responder? Pois bem, vamos falar mais sobre o tema...



Em se tratando de relação amorosa, o que faz a cabeça dos adolescentes nos dias de hoje? Não há como estabelecer uma resposta universal que represente a opinião da população jovem brasileira porque, definitivamente, as opiniões são muito variadas.

O que vai definir se João, Ana, Tiago, Roberta (...) são adeptos de um compromisso sério ou de uma simples curtição sem compromisso é a história de vida de cada um. O modelo e estrutura familiar, relações e experiências anteriores, a opinião dos amigos, pais, irmãos... as prioridades de cada um, o momento ou fase que se está vivendo, enfim, são alguns dos fatores que podem influenciar na tomada de decisões.

Normalmente, o ficar é encarado como sinônimo de liberdade e descompromisso. E, isso muitas vezes implica a liberdade de ficar com mais pessoas ao mesmo tempo. Nada de responsabilidades, cobranças ou obrigações! As pessoas ficam para se conhecerem melhor umas as outras e ver se a relação pode vir a dar certo. Se isso acontecer e, o coração bater mais forte, a relação pode mudar e virar um namoro!

Para uma relação mais liberal transformar-se num namoro é preciso querer assumir algum tipo de responsabilidade com alguém. Um namoro, para dar certo, requer de ambos, garoto e garota, mais do que amor. É imprescindível que haja respeito, lealdade, diálogo, compreensão, flexibilidade dentre tantas outras coisinhas que cada casal descobre na convivência. Afinal de contas, assim como cada ficada, cada namoro tem suas regras.

O importante de todo este blá, blá, blá é não nos esquecermos que, independente das opiniões, tudo na vida tem o seu momento! Se você ainda não está afim, não se sente preparado para assumir um compromisso mais sério com alguém ou, não encontrou a pessoa ideal, não esquente a cabeça.

Assim como namorar é tudo de bom, ficar também é simplesmente maravilhoso. Em se tratando de amor não há certo ou errado, o que existem são diferentes maneiras de viver a vida, que escolhemos para nós mesmos. O que vale é ser feliz e sentir que fazemos o outro feliz, mas nunca esquecendo que somos responsáveis pelos nossos atos. Portanto, sempre é bom pensar antes de agir ou tomar qualquer decisão e, se preciso, ouvir a voz da experiência.

Depois de tanta informação, o espaço está aberto pra você manifestar sua opinião! E vocês, internautas, curtem mais ficar ou namorar? Soltem o verbo!

Abraços
Postado por Melina Zilli | 11:40 | Comentários [1] | E-mail

3 de março de 2009 - 11h12
Por que o BBB nos fascina tanto?
Vamos falar hoje de um assunto que, tenho a certeza, ocupa grande parte do tempo da população brasileira....Já têm alguma idéia sobre o que estou falando? Não é muito difícil adivinhar, já que se trata de um fenômeno contemporâneo mundial que prende as pessoas junto à televisão por (pasmem!) horas e horas a fio.



Muito bem, você aí que pensou no Big Brother Brasil acertou em cheio!
Pois é, mais uma edição do BBB está aí e, é claro, ninguém cansa de dar uma espiadinha. Passar 24 horas por dia observando vários estranhos convivendo entre si em um espaço fechado, no meio de brigas, disputas, amizades, romances, rivalidades....enfim, é uma idéia que nos fascina muito.

Movidos por uma incessante curiosidade, queremos participar de tudo que acontece dentro da casa mais vigiada do Brasil. Chega até dar a sensação de que também somos um personagem desta história que mescla realidade e ficção.

Mais do que uma simples curiosidade, nos sentimos atraídos e obtemos um tremendo prazer ao ficar por dentro de tudo que rola na casa do BBB. Sem mesmo nos darmos conta, consumimos a exposição das pessoas, não que isso seja um pecado, muito pelo contrário, é apenas um indício da sociedade que vivemos.


Sentimo-nos até mesmo capazes de conduzir o destino de cada participante. E é o que o fazemos, movidos por nossas preferências e identificações. Mas afinal de contas, por que os reality shows nos encantam tanto? É claro que cada um deve ter a sua opinião formada a respeito, portanto, cabe a mim, que coloquei este assunto em pauta, puxar a frente das discussões!

Primeiramente, por um processo de identificação, ou seja, nos reconhecemos em alguns dos participantes. Passamos a ver neles, muitas de nossas qualidades, defeitos, frustrações, percebendo que temos formas de agir e pensar semelhantes. E com isso, parece que até passamos a nos compreender melhor.

Por outro lado, os programas televisivos como as novelas, seriados, reality shows, nos permitem a interatividade e a descontração. Nos desconectamos por um momento da nossa realidade, muitas vezes tão dura e cansativa, e passamos a viver de fantasia e ilusão, pois, por mais que estes programas retratem polêmicas da vida real, ainda preservam muito de ficção. Não podemos nos esquecer disso!

Muito bem, agora é hora de você dar a sua opinião:
Por que o BBB nos fascina tanto?
Tem algum participante com o qual você se acha parecido? Porquê?
E não se esqueça, sempre é bom ter um programa do qual somos fã de carteirinha. Só não podemos esquecer que para consumi-lo é preciso termos em mãos nossa capacidade crítica.

Um grande abraço
A blogueira

Imagem: Divulgação



Postado por Melina Zilli | 11:12 | Comentários [1] | E-mail

16 de fevereiro de 2009 - 17h24
Abram alas que o carnaval está chegando!
Estamos em plena época de carnaval, tempo de folia, alegrias, diversão, paqueras, curtição...



Nesta época tudo é festa! Curtir a balada com os amigos, sair num bloco de carnaval, reunir a galera em casa mesmo e fazer aquela festa, azarar alguns (as) gatinhos (as), viajar, e por ai vai...

Até mesmo aquela galera que não é muita chegada em carnaval não resiste e acaba caindo na festa. Afinal de contas, quem é que não gosta de poder contar com quatro dias de folga?

De alguma forma, respiramos, escutamos, sentimos e vivemos o carnaval, seja ficando em casa de pernas pro ar ou ainda, caindo na folia. Mas será que tudo realmente é festa?

Pois é, para alguns talvez sim, já para outros... Normalmente na hora “h” da folia tudo parece simplesmente maravilhoso, fascinante. Somente quando o sol volta a raiar que somos convidados a voltar a realidade e os problemas começam a pairar no ar. Mas, afinal de contas, que papo trágico é este?

Infelizmente, nesta época do ano, aumentam os casos de uso e abuso de álcool e drogas, violência, acidentes de trânsito, doenças sexualmente transmissíveis entre jovens e adultos. Justamente num momento em que tudo deveria ser festa convivemos com tantas e tantas tragédias. É uma pena, afinal de contas tudo isso acontece através das mãos humanas. Muitas vezes, atos impensados acabam ocasionando tragédias irreversíveis. Ahhh que bom seria se pudéssemos voltar no tempo... Já que isso não é possível, temos que tomar uma atitude desde já!

Vamos pensar sim em curtir muito cada segundo deste carnaval, mas, com muita responsabilidade pra não haver arrependimentos depois. A vida humana é o bem mais precioso que podemos ter, portanto, zelar por ela é nosso dever e obrigação.

Já que vocês já devem estar carecas de saber que carnaval inspira cuidados e muita orientação, vamos tratar de espalhar aos quatro ventos esta dica para nossos amigos, conhecidos e por ai vai... Conto com vocês pra manter esta corrente de pé!

Um forte abraço e um bom carnaval galera!

Imagem: Reprodução
Postado por Melina Zilli | 17:24 | Comente | E-mail

4 de fevereiro de 2009 - 14h39
Orkut: a polêmica dos álbuns bloqueados
Não há como negar que o Orkut exerce grande relevância na vida das pessoas. Passam-se meses, anos e ele continua em alta e cada vez se aperfeiçoando mais para atrair novos adeptos e continuar fascinando os já “associados”.

Difundido entre crianças, jovens e adultos esta ferramenta de relacionamentos permite que seus usuários mostrem sua cara expondo sua individualidade; façam novas amizades e reencontrem antigos conhecidos que não se via há um tempão; e principalmente, mantenham-se 24h por dia informados do que anda acontecendo na vida alheia. Seja lá qual for o motivo é fato que grande parte da população brasileira está lá no Orkut!

No entanto, é no meio de toda esta exposição (digo isso, porque quem está no Orkut é para ser visto) que vemos brotar o inverso, o desejo ou quem sabe a necessidade do indivíduo de ocultar-se. Confusões a parte, tentaremos compreender melhor toda esta contradição.

Os usuários podem optar em manter em off alguns dados da sua vida, permitindo apenas que seus amigos ou conhecidos tenham acesso ao seu perfil ou quem sabe nem estes. Você com certeza já deve ter tentado entrar no Orkut de um gatinho (a) pra saber mais sobre ele (a) ou quem sabe no Orkut de uma garota (o) insuportável que anda deixando recadinhos pro seu namorado (a) e literalmente deu com a cara na parede. Sim, porque agora o acesso do Orkut é restrito! Fotos, perfil nem sempre são possíveis de serem acessados, depende muito da boa vontade de cada um.

Portanto, para quem adora ficar bisbilhotando a vida alheia isso é uma pedra no sapato. Haja curiosidade que aguente!
Mas afinal de contas que contradição é esta? Porque optamos em manter ocultos alguns dados em nosso Orkut? Se não desejamos mostrá-los não seria melhor e mais fácil simplesmente não colocarmos no Orkut?

Para chegarmos a uma resposta sobre este assunto a única saída é soltarmos o verbo expondo nosso ponto de vista.
E você ai, qual a sua opinião?
Deixe sua contribuição, concorde ou discorde. O importante é fazermos bombar esta discussão!

Um grande abraço
A blogueira!

Postado por Melina Zilli | 14:39 | Comentários [5] | E-mail

20 de janeiro de 2009 - 18h53
Mude sem medo
Me proponho hoje a falar sobre mudanças. O verbo mudar nos remete a pensar em transformações, a passagem de um estado/condição para outro. Mas afinal, você deve estar se perguntado, qual a importância de todo este blá, blá, blá?

As mudanças são parte inerente da vida de todo ser humano, não há como fugir disso. E, felizmente, isso acontece. Por quê? Imagine que sua vida está totalmente sem sentido , sem nenhuma graça, o desânimo definitivamente tomou conta de você. De repente, acontece um fato inesperado que vem arrancar você deste baixo astral. Ufa! Não sabia o quanto era bom mudar.

Uma viagem, trocar de escola, morar em outra cidade, deixar de lado uma paquera e partir para outra, ou quem sabe ainda um simples corte de cabelo podem fazer sua vida virar de cabeça para baixo e passar a ter um outro sentido. Mas é óbvio que mudar não é tão fácil assim... E nem sempre as mudanças são planejadas, muitas vezes nos pegam de surpresa nos levando ao desespero.

Mas, acalmem-se, para tudo há uma solução, um caminho, uma resposta. Uma coisa é certa: mudar sempre nos mobiliza, gera em nós algum movimento, nos permite crescer, amadurecer e principalmente aprender. Entramos em contato com o diferente, com algo ainda desconhecido por nós. Por isso que mudar as vezes parece tão difícil e pavoroso. Afinal de contas, tudo aquilo que conhecemos é mais confiável, seguro. Já o desconhecido é um território ainda inexplorável, e naturalmente nos dá um friozinho na barriga só de pensar nele.

Já que não há como fugir das mudanças o que fazer quando estas batem em nossa porta? A resposta é uma só galera: encarar os desafios de frente com a certeza de que mudar é preciso e necessário para tornarmo-nos seres humanos melhores.
Um grande abraço a todos e umas férias repletas de boas surpresas!
Postado por Melina Zilli | 18:53 | Comentários [1] | E-mail

5 de janeiro de 2009 - 15h44
Curta as férias com força total!


Enfim, as tão esperadas e sonhadas férias estão ai!
Depois de um ano inteiro de ralação na escola, envolvido com milhões de provas, trabalhos e ainda tendo que aguentar as reclamações de alguns professores e a zoação dos colegas, é chegada a hora de relaxar e curtir o que vem pela frente. Mas, afinal de contas, quais seus planos para as férias?

Viajar com a família, visitar aqueles parentes que não vê há sabe-se lá quanto tempo, pegar uma praia, curtir uma balada, ir ao shopping, sair com os amigos, curtir um cineminha, praticar esportes, ir acampar. Ou, quem sabe, ler um bom livro, pegar uma piscina, dormir muito, passar horas na frente da TV...
Já deu pra sacar que são múltiplas as possibilidades pra não ficar parado neste verão!

A dica é que todos possam aproveitar ao máximo este período de férias pra descançar mas, princialmente, pra curtir uma variedade de programas, inclusive aqueles que sempre queremos fazer, mas nunca arranjamos tempo. O negócio é não deixar o mau humor, o tédio e o vazio tomarem conta da nossa vida. As férias estão ai pra serem aproveitadas com força total!

Portanto, divirta-se, ria muito, faça novas amizades e reforce ainda mais as antigas, curta ao máximo cada instante, esbanje alegria e energia aos quatro cantos. Pois quando pintar a hora de voltar a rotina, o melhor de tudo é ter o que relembrar com aquele gostinho de quero mais. Mas principalmente, ter a sensaçao de que tudo valeu muito a pena.

Que venham as próximas férias!
Postado por Melina Zilli | 15:44 | Comente | E-mail

18 de dezembro de 2008 - 15h04
A rapaziada na contagem regressiva!
Pois é galera, mais uma vez estamos nos aproximando do final do ano e, como sempre, ele vem com força total! Festas, confraternizações entre amigos e familiares, o tradicional amigo-secreto que, convenhamos, apesar de batido nunca sai de moda! E por que não lembrar das tão esperadas e merecidas férias! Sim, final de ano rima perfeitamente com férias, momento de colocarmos nossas pernas pro ar e recarregarmos as baterias!

Além disso, final de ano é o período ideal para exercermos nossa solidariedade, dizer eu te amo para quem amamos, renovar nosso compromisso de amizade com aquela galerinha do peito, enfim... Isso não significa que estas ações devam ficar restritas somente a esta época do ano, muito pelo contrário, toda hora é perfeita para semearmos e brindarmos os mais puros e verdadeiros sentimentos. No entanto, com a chegada do Natal e Ano Novo nossa sensibilidade vai às alturas, daí, não há coração que resista!

Já perceberam que com a chegada do final de ano somos tomados por um sentimento de imediatismo? Desejamos tudo pra ontem! Todos aqueles planos que traçamos para 2008 e que deixamos de lado ou, ainda, cair no esquecimento... Queremos resolver com urgência, quando já estamos cansados, estressados, de saco cheio de tudo. Mas por que isso acontece? Por falta de tempo, preguiça, medo ou mesmo por não estarmos preparados para concretizar alguns sonhos. Se em 2008 não deu, quem sabe em 2009 seja a hora?

E você aí, já fez um balanço de como foi o seu ano? Quais seus projetos e desejos para 2009? É chegada a hora de recapitularmos tudo que vivemos e colocarmos no papel os objetivos que ainda queremos alcançar. Só não vale deixar tudo pro final de 2009, hein! Vamos começar o ano com o pé direito, aproveitando muito e reclamando menos, vivendo intensamente cada momento!

E viva 2009, pois ele promete!

A toda galera confirmada do Bah, que não perde uma edição, e que ainda anda ligada nos Blogs: desejo um Feliz Natal e Ano Novo repleto de muita luz, sonhos, conquistas e realizações!
Postado por Melina Zilli | 15:04 | Comente | E-mail

11 de dezembro de 2008 - 11h30
Entre altos e baixos...Viva a adolescência!
Seus pais vivem reclamando das súbitas mudanças de humor que o acometem numa simples fração de segundo. Dizem que pela manhã você acorda transbordando alegria e felicidade, faz milhões de planos para a semana (ir ao shopping com as amigas, bater aquela bolinha com os camaradas, sem contar naquela balada imperdível que vai rolar no sábado). De uma hora pra outra, para o desespero de seus pais, você se transforma em outra pessoa. Numa escala de 100%, seu humor cai para aproximadamente 1%! Irritado, sem paciência, entediado, com vontade de sumir do mundo e, por que não dizer, triste também. É assim que você passa a se sentir depois de uma explosão de euforia e alegria.

Ficção ou realidade? Qual sua opinião sobre o assunto?

Acredito que a grande maioria já se viu passando, nem que seja uma vez na vida, por uma situação semelhante a esta. Já se sentiu sendo invadido por uma metamorfose de sentimentos um tanto contraditórios uns dos outros. Da alegria para a tristeza, do amor para ódio, da paciência para a perda total do controle...

No entanto, galera, tranqüilizem-se, pois há sim, explicação para esta avalanche de sentimentos!

Como vocês já devem saber com grande propriedade, na adolescência passamos por um período de transição da vida infantil para a vida adulta, ou seja, estamos nos constituindo como seres independentes dos nossos pais. Mas esta não é uma conquista tão simples, nos defrontarmos com perdas, ganhos, alegrias, frustrações decorrentes deste processo de transição, o que faz com que sejamos alvo de altos e baixos. Já não bastava isso, ainda tem as alterações hormonais, que respondem por boa parte do mau humor conhecido dos adolescentes.

Enfim, haja paciência! Não é mole ser adolescente! Se nem ao menos nós conseguimos nos entender, quem dirá nossos pais. Mas, ao mesmo tempo, não há como negar que é maravilhoso ser jovem. Convenhamos, passar as tardes se divertindo e zoando com os amigos seja em casa, no shopping, no clube ou ainda, poder passar dois meses inteiros no verão curtindo aquela prainha, ainda é um privilégio que só nós temos! Viva a adolescência!


Imagem: Divulgação
Postado por Melina Zilli | 11:30 | Comente | E-mail

4 de dezembro de 2008 - 17h30
Loucos de amor por um ídolo!
Você que se considera fã de carteirinha de artistas como RBD, High School Music, Jonas Brothers ou de qualquer outra banda, ator, cantor que faça seu coração ir as alturas, preste muita atenção! Já parou para pensar o que nos faz ficar horas suspirando de amor por aquele artista tudo de bom, recortando e colecionando fotos, decorando músicas, escrevendo cartas e fazendo de tudo para ficarmos, nem que seja por míseros segundos, ao lado dele?

Poderíamos resumir esta gama de sentimentos, emoções e comportamentos no que chamamos de Paixão pelo Ídolo!

Na adolescência, é extremamente natural e saudável venerar e idolatrar um ídolo. Isso acontece porque o adolescente ainda não sabe ao certo quem é, está tentando constituir sua identidade se espelhando em referências externas à família, a quem passa a admirar e projetar características que gostaria de ver em si mesmo. Em meias palavras: o ídolo se torna nosso objeto de desejo, ele é tão perfeito que gostaria de tê-lo e ser igual a ele!

No entanto, o que definitivamente não rola é pensar que sua vida só tem sentido se viver as 24 horas do seu dia pensando e sonhando com seu ídolo. Até porque aquele carinha tão idolatrado pode não ser o que aparenta, como qualquer outro ser humano ele tem qualidades e sim, também tem defeitos. Por outro lado, não podemos esquecer que por maior que seja nosso amor por um ídolo ele tem limites, é praticamente impossível de ser realizado. E, viver de contos-de-fadas não alimenta a alma e o coração de ninguém por inteiro.

Aos fãs de plantão, lá vai uma dica: não deixe de amar e idolatrar seu ídolo, no entanto, não esqueça-se de experimentar viver um amor de verdade no palco da vida real!

Jonas Brothers: Febre mundial entre adolescentes, os irmãos do Camp Rock despertam o imaginário femino ao usar anel da castidade
Postado por Melina Zilli | 17:30 | Comente | E-mail

26 de novembro de 2008 - 15h32
Qual é a sua tribo?


Surfistas, clubbers, hyppies, roqueiros, punks, emos, góticos, rappers, patricinhas ou mauricinhos. Ufa... já deu para sacar que são infinitas as possibilidades de identificação e inclusão nos mais variados estilos de grupos sociais ou, se te soa melhor, tribos urbanas. Mas, afinal de contas, qual a sua tribo?

Fenômeno muito comum nas grandes metrópoles, a formação de tribos urbanas nada mais são que agrupamentos entre jovens que possuem interesses e afinidades em comum. Uma superidentificação em massa que revela a preferência momentânea de um grupo na maneira de se vestir, no gosto musical, nas gírias e comportamento adotados. Resumindo: cada tribo adota um estilo próprio de vida. E, em cada um destes agrupamentos compartilham experiências, trocam idéias, vivenciam situações semelhantes.

Mas, afinal, o que buscam aqueles que se reúnem nas mais diversas tribos?

É na adolescência que o jovem se defronta com a ampliação do universo social: daí sua necessidade de formar e integrar grupos. Se na infância sua única referência era o grupo familiar, agora, que adolesceu, transfere grande parte da sua dependência para as amizades que passam a ser essenciais na vida do jovem.

Além de prazer, curtição, diversão, andar em bando reforça o sentimento de aceitação de si mesmo, permitindo que o jovem se sinta protegido, integrado e compreendido e ainda, colabora com a construção da nossa identidade. Cá entre nós, nada melhor do que estar em um "grupo de iguais" que pensa e age de maneira semelhante e, melhor ainda, que nos entende como ninguém!

Porém, não podemos nos esquecer que as diferenças estão aí para serem aceitas. Preconceito não leva a nada, ou melhor, leva à violência! E convenhamos, nosso mundo já está as voltas com tanta discórdia... está na hora de levantarmos bandeira branca e semearmos a paz entre os povos!

Portanto, se você é da tribo que só ouve rock e hard rock, é adepto ao bom jeans, camiseta branca e all star, tem também uma galera que curte uma eletrizante rave, gosta de usar saia curta, coturno, camisetas coloridas. E por aí vão as diferenças entre as tribos...

E, que bom que elas existem, pois é convivendo com as diferenças que mais aprendemos e crescemos como seres humanos!

O que não podemos esquecer é que acima de tudo fazemos parte de uma mesma tribo, a tribo jovem!
Postado por Melina Zilli | 15:32 | Comente | E-mail

20 de novembro de 2008 - 11h42
Múltiplas Escolhas
Época de vestibular se aproximando e você ainda não sabe o que fazer? Arquitetura, Direito, Engenharia ou Medicina? Ou, nenhuma destas opções?



Assustados, confusos e indecisos, é assim que muitos jovens se sentem às vésperas da inscrição para o vestibular. Se para alguns a escolha profissional foi se definindo naturalmente durante a infância ou adolescência, para outros este ainda é um assunto que gera muitas dúvidas e questionamentos.

Escolher uma profissão significa traçar um projeto de vida, lançar-se num universo ainda desconhecido propondo-se a assumir riscos e responsabilidades. Nada mais natural que esta escolha venha acompanhada de um turbilhão de dúvidas, devendo ser muito bem avaliada.

O primeiro passo antes de tomar esta decisão é reunir o máximo de informações sobre a profissão que deseja seguir ou, sobre aquelas que está em dúvida. Pesquise na Internet, jornais, revistas, converse com um profissional da área a fim de conhecer o dia-a-dia de trabalho desta profissão, quais as habilidades necessárias, perspectiva salarial, campos de atuação e mercado de trabalho. Além disso, é sempre interessante conversar com seus pais sobre o assunto, eles já passaram pela mesma situação e com certeza terão com o que contribuir. Válido também é “trocar figurinhas” com seus amigos e colegas que, provavelmente estão no mesmo barco que você assim, um pode ajudar o outro nesta importante escolha.

Há de se levar em conta que a escolha profissional não precisa ser necessariamente definitiva. Se no meio do caminho você perceber que o Direito não é bem a sua praia e que o seu lance mesmo é cursar Jornalismo, lembre-se que nunca é tarde demais para voltar atrás. O importante é escolher uma profissão que lhe traga prazer e realização pessoal e profissional. Feita a escolha, lá se vão bons anos de muito estudo e dedicação afinal, nem tudo são flores!
Postado por Melina Zilli | 11:42 | Comente | E-mail

12 de novembro de 2008 - 20h53
Um furacão chamado RBD!
Impossível alguém dizer que não conheça ou, ao menos tenha ouvido falar, do fenômeno RBD!

Mania nacional e internacional, o grupo mexicano composto por Anahi, Alfonso, Dulce Maria, Christopher, Maite Perrone e José Christian atingiu sucesso considerável em vários países, incluindo o Brasil, levando milhares de fãs incondicionais à loucura.

"Nós amamos o RBD!" Esta é a frase que ecoa da boca dos jovens! O grupo surgiu a partir da telenovela mexicana Rebeldes, que retrata nada mais do que o cotidiano de jovens de classe média alta. O folhetim televisivo é permeado por conflitos típicos da adolescência, relacionados à amizade, amor, sexo, drogas, convívio familiar e escolar e incertezas quanto o futuro.

Da telenovela para os palcos do mundo inteiro, o Grupo RBD cativa a simpatia e admiração de milhões de jovens, que se mostram dispostos a tudo para provar toda sua idolatria por este grupo!

Mas, afinal de contas, o que leva adolescentes a se identificarem dessa maneira tão intensa com o RBD? Qual o motivo de tanto furor?

O expectador da telenovela Rebelde e, conseqüentemente, do grupo RBD, percebe que muitos dos conflitos e dilemas vivenciados pelos personagens são semelhantes aos que vivencia na vida real. E, muitas vezes, grudado na telinha, encontra caminhos, respostas e soluções para suas dúvidas existenciais. Portanto, passa a admirar e a se espelhar no personagem que, de forma quase instantânea, vira um ídolo.

É claro que é bacana ser fã número 1 de alguém, especialmente quando essa corrente ultrapassa muitas fronteiras e cativa cada vez mais públicos de diferentes países. É preciso apenas ficar atento, no entanto, pois nem tudo é tão belo, perfeito e fácil como a ficção nos mostra. A realidade é bem diferente, os obstáculos e dificuldades são maiores. O que muitas vezes funciona na ficção não dá muito certo na prática. Afinal, gente, por melhor que seja, novela é novela, né?

Amar e idolatrar um ídolo é gostoso e, quando na medida certa, não faz mal a ninguém! Portanto, continuem amando os rebeldes! Mas lembrem-se de ter um único cuidado: não deixem que este amor tão lindo se transforme numa obsessão desenfreada, sem limites, impedindo vocês de vivenciarem a realidade de forma saudável! E aproveitem para curtir a turnê do adeus, afinal de contas, chegou a hora de se despedir do grupo, não é mesmo?

Concordou, descordou? Deixe seu comentário aqui. Conte para a galera do site por que você ama o RBD!

Foto: Divulgação
Postado por Melina Zilli | 20:53 | Comente | E-mail
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